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Vídeo: Imagens de satélite revelam a devastação do terremoto em Ishikawa

"Até as 11h desta quarta-feira, haviam sido confirmadas 65 mortes em Ishikawa", declarava uma mensagem.

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Tóquio, Japão — Imagens de satélite divulgadas pela empresa americana Maxar Technologies revelaram a extensão dos estragos provocados por um poderoso terremoto de magnitude 7,6 que atingiu a península de Noto, em Ishikawa, no Japão, no primeiro dia do ano. O incidente foi acompanhado por um tsunami de até 1,20 metro, conforme informou a agência Reuters.

Um vídeo comparativo, apresentando imagens do litoral de Suzu antes e depois do terremoto, foi disponibilizado pela Maxar Technologies, destacando a destruição causada pelo desastre natural.

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A cidade de Wajima também foi duramente atingida, com mais de 200 casas destruídas em um incêndio desencadeado pelo tremor.

Até as 11h desta quarta-feira (3), a emissora NHK confirmou 65 mortes na província de Ishikawa devido ao terremoto. Cidades como Wajima, Suzu e Noto enfrentam a destruição de muitas residências, e as autoridades locais estão empenhadas em avaliar a situação geral, buscando entender a magnitude dos danos.

As estatísticas de mortes por cidade são as seguintes: 32 em Wajima, 22 em Suzu, cinco em Nanao, duas em Anamizu, duas em Noto, uma em Hakui e uma em Shika. Além disso, 304 pessoas na província estão feridas, incluindo lesões graves.

O número de habitações total ou parcialmente destruídas em Ishikawa é de 182, sendo 102 em Nanao, 15 em Shika e o restante distribuído por outras localidades, excluindo os danos causados pelo incêndio em Wajima.

O prefeito de Suzu relatou que 72 pedidos de resgate ainda não foram atendidos, enfatizando a prioridade na preservação da vida das pessoas e mencionando a escassez de suprimentos de emergência, principalmente em áreas onde as estradas foram danificadas.

Quatorze cidades e vilas enfrentam interrupções no fornecimento de água, afetando mais de 100 mil residências.

Aproximadamente 60 pessoas em três municípios de Ishikawa estão isoladas devido a estradas intransitáveis.

A situação em Wajima e Suzu ainda não está clara, enquanto parte de Noto permanece isolada devido a deslizamentos de terra, impossibilitando a comunicação por telefone e dificultando compreender a extensão total da situação.

Foto: Reprodução/Maxar Technologies

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